sexta-feira , 15 dezembro 2017
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Filtro de água potável elimina ou reduz uso de produtos químicos e valoriza prédios

 

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Filtro de água potável elimina ou reduz uso de produtos químicos e valoriza prédios

Se o seu problema é garantir o abastecimento de água potável em uma construção ou reforma, pode valer a pena considerar a instalação de um filtro de água potável para atender todo o empreendimento. Isso é válido, especialmente, para áreas com grande utilização de água, como condomínios, hospitais, escolas e cozinhas industriais. A grande vantagem dos filtros centrais é a economia que eles trazem no decorrer do tempo.

Como são instalados na entrada da rede interna, os filtros de água potável barram os microorganismos e partículas, inclusive areia, barro e sedimentos, antes que eles cheguem às caixas ou reservatórios. A água corre limpa pelos encanamentos e isso resulta em economia e maior eficácia e vida útil para as instalações, como as próprias tubulações, bombas d’água, motores, caldeiras, aquecedores e chuveiros.

Não é só isso. Os filtros centrais – também chamados de filtros de entrada, pois normalmente ficam em uma área externa, no ponto em que a água ingressa na rede de abastecimento do prédio ou conjunto – podem ser muito importantes para projetos de sustentabilidade, como os destinados ao aproveitamento da água das chuvas. Nesses casos, a água coletada em telhados ou terraços segue por um sistema de calhas e tubulações até um ponto de armazenamento. Os filtros, instalados na entrada, garantem a pureza da água. E, barrando as sujeiras, eliminam os problemas causados pelo acúmulo de lodo no fundo das caixas.

 

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Alexandre Matthiensen – Embrapa

 

Há outras vantagens do ponto de vista da sustentabilidade. Os filtros podem reduzir ou mesmo eliminar o uso de produtos químicos como o cloro, destinados a garantir a pureza da água. Eles facilitam, também, o aproveitamento de fontes próprias de água no terreno, como poços artesianos e eventuais nascentes. O uso de filtros é importante para o aproveitamento das chamadas águas cinzas – aquelas provenientes de chuveiros e lavagens de roupa, por exemplo – e que, embora não sejam consideradas potáveis, podem ser usados sem maiores problemas em descargas, lavagens de pisos e veículos, irrigação de jardins e outros fins.

O elemento filtrante varia. Pode ser quartzo cristalino, em diversas camadas e granulometrias, ou carvão ativado. A função do elemento filtrante é impedir a passagem de partículas sólidas e elementos contaminantes, como microorganismos, antes que eles cheguem às caixas ou reservatórios, onde a água fica protegida da luz do sol e outros fatores que podem causar alterações. O cuidado deve ser extremo. Quase sempre, as normas que definem se a água que sai de um filtro é potável ou não, são mais rígidas do que as que regulam a água mineral engarrafada.

 

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Pixabay

 

Normalmente, as próprias empresas que fornecem o filtro fazem um cálculo das necessidades do cliente e providenciam a análise química da água a ser tratada. O setor de filtros compreende mais de 70 empresas, reunidas na organização ABRAFIPA – Associação Brasileira das Empresas de Filtros, Purificadores, Bebedouros e Equipamentos para Tratamento de Água (www.abrafipa.org.br). O grupo pretende defender os interesses do setor e trabalha com o INMETRO e outras organizações governamentais na elaboração de normas e padrões.

 

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