sexta-feira , 15 dezembro 2017
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Novos modelos de EPI provam que proteção é sustentabilidade

EPI
EPI’s – Foto: gtctrading.net

Mercado inova e traz para o Brasil as tecnologias mais atuais em Equipamentos de Proteção Individual (EPI), ampliando a oferta para a construção civil

Os segmentos de construção, engenharia e arquitetura caminham juntos com o setor de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Inadmissível seria se assim não fosse, certo! E um fato que se tem observado nesse sentido é a chegada de novas soluções que ampliam o emprego dos acessórios para além do sentido de segurança, prevenção de acidentes e preservação da vida humana. Ou seja, também leva em conta o design de cada peça, o conforto dos usuários e, principalmente, a sustentabilidade inerente ao equipamento.

De que adiantaria fazer uso de materiais sustentáveis e técnicas de eficiência em uma obra, se os operários que atuam nos canteiros usassem EPIs incômodos e pesados, mesmo que garantissem sua proteção física? Onde estará a sustentabilidade dos projetos se os insumos utilizados para a segurança dos funcionários forem fabricados com matérias-primas e métodos que agridam o meio ambiente e a economia? Pesquisas comprovam que trabalhadores que usam equipamentos agradáveis e que não causem impactos são bem mais eficazes.

 

EPI
O uso de EPI’s resulta em maior produtividade aos colaboradores pelo fato de se sentirem mais protegidos e aptos ao trabalho

 

Para quem busca certificações ambientais aos seus projetos de construção, aliás, a adoção de aparatos de proteção é pré-requisito essencial e soma pontos à obtenção do selo. Para a certificação LEED®, por exemplo, é exigência social (além de consequência) a segurança e priorização da saúde dos trabalhadores. Também faz parte da auditoria da Fundação Vanzolini a garantia de que “todas as disposições de segurança relativas às condições de trabalho, sítios e equipamentos estejam em conformidade” para a concessão do selo AQUA-HQE.

 

EPIs modernos: bem-estar e proteção

Na busca por recursos de proteção individual que assegurem, de fato, sustentabilidade ao canteiro de obras e estejam inseridos de forma responsável no ciclo de vida do projeto, as características materiais do EPI fazem toda a diferença. Para vestuários, calçados e luvas, tecidos compostos por elementos que conferem alto desempenho são as melhores escolhas. Nesse caso, as tecnologias hoje disponíveis no mercado são capazes, inclusive, de controlar a umidade corporal e a temperatura para oferecer conforto térmico ao profissional.

 

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Canteiro de obras com operários devidamente equipados para o trabalho – Pixabay

 

O uso de substâncias derivadas da natureza e não do petróleo para a fabricação dos mais diversos insumos, além do reaproveitamento de equipamentos em desuso para a fabricação de novos acessórios, também são tendências e práticas que têm crescido na indústria de EPIs. Não só evitam a geração de resíduos, como fazem a economia circular e tornam objetos como capacetes, protetores auriculares, viseiras e máscaras, dentre outros, aliados eficientes do meio ambiente.

 

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Raul Casanova Junior, da ABRASEG e ANIMASEG

Raul Casanova, diretor da Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho (ABRASEG) e da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG) reforça que o uso de EPIs sustentáveis deve sempre estar de acordo com as Normas Regulamentadoras da CLT relativas à Segurança e Medicina do Trabalho, sobretudo a NR 6. “Também vale ressaltar que, antes mesmo da utilização dos EPIs, todos os aspectos organizacionais e o meio ambiente de trabalho devem ser avaliados e os riscos eliminados”.

 

Considerando o investimento: menos custos, mais benefícios

Partindo da ideia de que, segundo Casanova, cada EPI deve atender a uma norma técnica específica e que, somente assim, a integridade física dos operários será preservada, os custos investidos na compra dos equipamentos garantem um retorno quase que imediato. “A relação custo/benefício deve ser avaliada comparando-se o valor dos produtos com os gastos oriundos dos acidentes. A não utilização de medidas de proteção poderá causar acidentes fatais ou com sequelas permanentes, resultando nos ônus deles provenientes”, destaca o dirigente.

 

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Equipamentos de Proteção Individual têm ligação com todos os tipos de obras civis, independentemente de serem sustentáveis – Pixabay

 

Na prática, Casanova cita como exemplo o projeto do bairro planejado Jardim das Perdizes, da construtora TECNISA. O condomínio é considerado referência em sustentabilidade pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), além de modelo no uso de Equipamentos de Proteção Individual e de uma obra que seguiu à risca as normas definidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com trabalhadores devidamente treinados para sua utilização.

 

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